 

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; A Escrava Isaura</title>
	<atom:link href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;tag=a-escrava-isaura" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 14:26:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>O romance &#8220;A Escrava Isaura&#8221; (1875), de Bernardo Guimarães</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=40110</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=40110#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[A Escrava Isaura]]></category>
		<category><![CDATA[abolicionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=40110</guid>
		<description><![CDATA[A obra histórica da literatura brasileira, A Escrava Isaura, escrita pelo mineiro Bernardo Guimarães (1825 - 1884), publicada, em 1875, foi importante na luta pela abolição da escravatura no Brasil. Foi uma das primeiras a abordar abertamente o tema da escravidão e sua crueldade, criticando as injustiças sociais da sociedade escravocrata brasileira e destacando a luta pela liberdade e pela igualdade. A Brasiliana Fotográfica destaca neste artigo uma imagem de Bernardo Guimarães, que pertence ao acervo fotográfico da Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras do portal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A obra histórica da literatura brasileira, <em>A Escrava Isaura</em>, escrita pelo mineiro Bernardo Guimarães (1825 &#8211; 1884), publicada, em 1875, foi importante na luta pela abolição da escravatura no Brasil. Foi uma das primeiras a abordar abertamente o tema da escravidão e sua crueldade, criticando as injustiças sociais da sociedade escravocrata brasileira e destacando a luta pela liberdade e pela igualdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>“A escravidão em si mesma já é uma indignidade, uma úlcera hedionda na face da nação, que a tolera e protege. Por minha parte, nenhum motivo enxergo para levar a esse ponto o respeito por um preconceito absurdo, resultante de um abuso que nos desonra aos olhos do mundo civilizado. Seja eu embora o primeiro a dar esse nobre exemplo, que talvez será imitado. Sirva ele ao menos de um protesto enérgico e solene contra uma bárbara e vergonhosa instituição.”</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Palavras de um dos personagens do livro, <em>Álvaro</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ambientado em uma fazenda na região norte do Estado do Rio de Janeiro, em Campos dos Goytacazes, o romance narra a trajetória de <em>Isaura</em>, uma escravizada vítima de um senhor devasso, <em>Leôncio</em>. <em>Isaura </em>era filha do capataz da fazenda e da escravizada <em>Juliana</em>. Tinha pele clara e havia sido educada por <em>Gertrudes</em>, esposa do <em>comendador Almeida</em>, pai do vilão <em>Leôncio</em>. A Brasiliana Fotográfica destaca neste artigo uma fotografia de Bernardo Guimarães, autor do livro, que pertence ao acervo fotográfico da Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras do portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40847" style="width: 543px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/13827" target="_blank"><img class="size-full wp-image-40847" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/bernardo.jpg" alt="Bernardo Guimarães (1827-1884) : patrono da cadeira n. 5., s/d. / Acervo FBN" width="533" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/13827" target="_blank">Bernardo Guimarães (1827-1884) : patrono da cadeira n. 5., s/d. / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bernardo Joaquim da Silva Guimarães, importante nome do romantismo nacional, nasceu em Ouro Preto, em 15 de agosto de 1825, tendo falecido na mesma cidade, em 10 de março de 1884. É o patrono da Cadeira nº 5 da Academia Brasileira de Letras. Escreveu outros romances, além de <em>A Escrava Isaura. </em>Sua obra poética foi reunida em <em>Poesias completas</em> <em>de Bernardo Guimarães</em>, organização, introdução, cronologia e notas de Alphonsus de Guimaraens Filho (1918 &#8211; 2008), uma edição do Ministério da Educação e Cultura/Instituto Nacional do Livro, de 1959.</p>
<p class="rtejustify">Filho de Joaquim da Silva Guimarães e Constança Beatriz de Oliveira, Bernardo Guimarães passou sua infância e adolescência em Uberaba e Campo Belo. Em torno de 1842, voltou para Ouro Preto. Em 1847, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, tendo se formado em 1852, quando publicou seu livro de poesias, <em>Cantos da solidão</em>. Durante esses anos tornou-se amigo dos poetas Álvares de Azevedo (1831 &#8211; 1852) e Aureliano Lessa (1828 &#8211; 1861). Formaram com outros estudantes a Sociedade Epicureia, movimento estudantil que tinha como inspiração o poeta britânico Lord Byron (1788 &#8211; 1824).</p>
<p class="rtejustify">Exerceu em dois períodos &#8211; 1852-1854 e 1861-1864 &#8211; o cargo de juiz municipal e de órfãos de Catalão, em Goiás. Morando no Rio de Janeiro, em 1858, trabalhou como jornalista e crítico literário. Entre 1864 e 1865, de novo o poeta viveu na Corte, onde publicou o volume <em>Poesias. </em>Em 1866, voltou para Ouro Preto e foi nomeado professor de retórica e poética no Liceu Mineiro. No ano seguinte casou-se com Teresa Maria Gomes. Tiveram oito filhos. Em 1873, foi nomeado professor de latim e francês em Queluz, atual Lafayette, em Minas Gerais.</p>
<p class="rtejustify">Em 1881, dom Pedro II, durante sua viagem a Minas Gerais, encontrou-se com Bernardo Guimarães, e lhe revelou que desejava ter suas obras completas (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_07/3063" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 25 de abril de 1881, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41102" style="width: 449px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/364568_07/3063" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41102" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo5.jpg" alt="Jornal do Commercio, 25 de abril de 1881" width="439" height="351" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/364568_07/3063" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 25 de abril de 1881</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p class="rtejustify">Bernardo Guimarães faleceu, em março de 1884 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_02/6662" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 11 de março de 1884, terceira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_02/6666" target="_blank">12 de março de 1884, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/222747/41" target="_blank"><em>A Província de Minas</em>, 13 de março de 1884,segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/700541/224" target="_blank"><em>Gazeta Literária</em>, 20 de março de 1884, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41095" style="width: 676px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/700541/224" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41095" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo4.jpg" alt="Gazeta Literária, de 1884" width="666" height="289" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/700541/224" target="_blank"><em>Gazeta Literária</em>, 20 de março de 1884</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40697" style="width: 359px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960827/icon960827_031.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-40697" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/isaura2.jpg" alt="Bernardo Guimarães, desenho de M.J. Garnier / Acervo FBN" width="349" height="504" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960827/icon960827_031.jpg" target="_blank">Bernardo Guimarães, desenho de M.J. Garnier / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando à <em>A Escrava Isaura, &#8220;que faz lembrar as belas e eloquentes páginas de A Cabana do Pai Tomás que nos dois mundos tornou tão conhecido e célebre o nome de Miss Becher Stone&#8221;</em>. Em 1874, o romance começou a ser divulgado em <em>O Globo </em>como folhetim, mas a publicação foi suspensa. O jornal <em>O Apóstolo, </em>o considerava<em> imoral e atentatório da pública honestidade  (<em>O Globo</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/369381/110" target="_blank">3 de setembro</a>,<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/369381/114" target="_blank"> 4 de setembro</a>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/369381/118" target="_blank">5 de setembro</a>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/369381/122" target="_blank">6 de setembro de 1874, primeira coluna</a>; <em>O Apóstolo</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/343951/3723" target="_blank">28 de maio de 1875, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/343951/3731" target="_blank">2 de junho de 1875,</a></em><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/343951/3731" target="_blank"> segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40702" style="width: 676px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://digital.bbm.usp.br/view/?45000018838&amp;bbm/7584#page/12/mode/2up" target="_blank"><img class="wp-image-40702 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/isaura31.jpg" alt="Primeira edição de A Escrava Isaura, 1875 / Biblioteca José e Guita Mindlin" width="666" height="523" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://digital.bbm.usp.br/view/?45000018838&amp;bbm/7584#page/12/mode/2up" target="_blank">Primeira edição de <em>A Escrava Isaura</em>, 1875 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mesmo ano de sua publicação, 1875, outras obras foram lançadas pela editora Garnier: <em>Mademoiselle Mariani</em>, do francês Arsène Houssaye (1815 &#8211; 1896), com tradução de Salvador de Mendonça (1841 &#8211; 1913); e <em>Compêndio de orações para os devotos do Sagrado Coração de Jesus</em>, do Reverendo Henrique Ramière (1821 &#8211; 1884), também francês (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/226440/7171" target="_blank"><em>A Reforma</em>, 30 de maio de 1875, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/029033_05/13069" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 3 de julho de 1875, quarta coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/122815/1078" target="_blank"><em>O Novo Mundo,</em> 23 de julho de 1875, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41089" style="width: 417px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=226440&amp;pagfis=7171" target="_blank"><img class="wp-image-41089 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo1.jpg" alt="bernardo1" width="407" height="219" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=226440&amp;pagfis=7171" target="_blank"><em>A Reforma</em>, 30 de maio de 1875</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foram publicadas críticas ao livro (<a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/364568_06/11224" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 10 de junho de 1875</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/704555/6211" target="_blank"><em>O Liberal</em> (PA), 21 de julho de 1875</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/369381/1634" target="_blank"><em>O Globo</em>, 28 de setembro de 1875, segunda coluna</a>). Ainda em 1875, foi comercializado em Portugal (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/896560/752" target="_blank"><em>Artes e Letras </em>(Lisboa, Portugal), 1875</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40695" style="width: 348px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/364568_06/11224" target="_blank"><img class="size-full wp-image-40695" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/isaura1.jpg" alt="Jornal do Commercio, 10 de junho de 1875" width="338" height="517" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/364568_06/11224" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 10 de junho de 1875</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40694" style="width: 367px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/704555/6211" target="_blank"><img class="size-full wp-image-40694" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/isaura.jpg" alt="O Liberal do Pará, 21 de julho de 1875" width="357" height="525" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/704555/6211" target="_blank"><em>O Liberal do Pará</em>, 21 de julho de 1875</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41090" style="width: 363px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/369381/1634" target="_blank"><img class=" wp-image-41090" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo2.jpg" alt="O Globo, 28 de setembro de 1875" width="353" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/369381/1634" target="_blank"><em>O Globo,</em> 28 de setembro de 1875</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1929, foi lançado o filme <em>A Escrava Isaura</em>, sob a direção e com roteiro de Antônio Marques Costa Filho (? &#8211; 19?) &#8211; no elenco, Felício Agnelo (? &#8211; 19?), Amadeu Belluci  (? &#8211; 19?), Elisa Betty (? &#8211; 19?), Ronaldo de Alencar (? &#8211; 19?) e Celso Montenegro (? -19?), dentre outros (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_05/40728" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 9 e 10 de dezembro de 1929, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41112" style="width: 298px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/178691_05/40634" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41112" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo8.jpg" alt="O Paiz, 1º de dezembro de 1929" width="288" height="538" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/178691_05/40634" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 1º de dezembro de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41111" style="width: 554px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/162531/8196" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41111" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo7.jpg" alt="Cena do filme A Escrava Isaura (1929) / Cinearte, 7 de agosto de 1929" width="544" height="461" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/162531/8196" target="_blank">Cena do filme <em>A Escrava Isaura</em> (1929) / <em>Cinearte,</em> 7 de agosto de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vinte anos depois, em 1949, com direção e roteiro de Euripides Santos (1906 &#8211; 1986), foi lançada uma nova versão cinematográfica de <em>A Escrava Isaura</em>, com Fada Santoro (1924 &#8211; 2024) e Graça Mello (1914 &#8211; 1979) como seus protagonistas (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/084859/52086" target="_blank"><em>A Scena Muda</em>, 24 de janeiro d 1950</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41114" style="width: 763px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/110523_04/53143" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41114" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo10.jpg" alt="O Jornal, 30 de dezembro de 1949" width="753" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/110523_04/53143" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 30 de dezembro de 1949</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41113" style="width: 419px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/084859/52014" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41113" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo9.jpg" alt="A Scena Muda, 10 de janeiro de 1950" width="409" height="535" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/084859/52014" target="_blank"><em>A Scena Muda</em>, 10 de janeiro de 1950</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41116" style="width: 757px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_05/67" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41116" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo11.jpg" alt="O Jornal, 3 de janeiro de 1950" width="747" height="511" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_05/67" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 3 de janeiro de 1950</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O romance ganhou uma versão para a televisão, que se tornou um marco na história da teledramaturgia nacional, tendo repercutido internacionalmente. Ficou no ar, na TV Globo, entre 11 de outubro de 1976 a 5 de fevereiro de 1977. Adaptada por Gilberto Braga (1945 &#8211; 2021) e dirigida por Herval Rossano (1935 &#8211; 2007), foi protagonizada por Lucélia Santos (1957-), como <em>Isaura</em>, e Rubens de Falco (1931 &#8211; 2008), como <em>Leôncio</em>. Dentre outros, atuaram na novela<span style="font-size: 13.3333px;"> E</span>dwin Luisi (1947-), Roberto Pirillo (1947-) e Norma Blum (1939-)<a title="Norma Blum" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Norma_Blum">.</a> O sucesso da novela na China foi tão grande que Lucélia Santos integrou a comitiva da viagem do então presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso (1931-), ao país, em dezembro de 1995 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_11/206623" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de dezembro de 1995</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41092" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo3.jpg"><img class="size-full wp-image-41092" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/bernardo3.jpg" alt="Logotipo da telenovela brasileira Escrava Isaura" width="500" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">Logotipo da telenovela brasileira <em>Escrava Isaura</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2004, <i>A Escrava Isaura</i> voltou a ser adaptada como telenovela, desta vez pela Record &#8211; foi exibida entre 18 de outubro de 2004 e 29 de abril de 2005. Uma curiosidade: na Polônia, oito mil pessoas se reuniram em um estádio para uma competição de sósias de <em><span class="il">Isaura</span></em> e <em>Leôncio</em>.</p>
<p>Assim, a já centenária obra literária, <em>A escrava Isaura</em>, voltava a ter uma grande visibilidade no Brasil e no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Lista da obra completa de Bernardo Guimarães:</strong></span></p>
<p><em>Cantos da solidão</em>, 1852.<br />
<em>Poesias</em>, 1865.<br />
<em>O ermitão de Muquém</em>, 1868.<br />
<em>Lendas e romances</em>, 1871.<br />
<em>O garimpeiro</em>, 1872.<br />
<em>Histórias da província de Minas Gerais</em>, 1872.<br />
<em>O seminarista</em>, 1872.<br />
<em>O índio Afonso</em>, 1873.<br />
<em>A morte de Gonçalves Dias</em>, 1873.<br />
<em>A escrava Isaura</em>, 1875.<br />
<em>Novas poesias</em>, 1876.<br />
<em>Maurício ou os paulistas em São João Del-Rei</em>, 1877.<br />
<em>A ilha maldita</em>, 1879.<br />
<em>O pão de ouro</em>, 1879.<br />
<em>Rosaura, a enjeitada</em>, 1883.<br />
<em>Folhas de outono</em>, 1883.<br />
<em>O bandido do Rio das Mortes</em>, 1904.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://memoria.bn.gov.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>SEABRA, Alexandre Sabado. <em>A relevância não comentada de “A escrava Isaura”.<span style="color: #333300;">  Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento,</span></em><span style="color: #333300;"> 30 de março de 2019.</span></p>
<p><a href="https://www.academia.org.br/academicos/bernardo-guimaraes/biografia" target="_blank">Site Academia Brasileira de Letras</a></p>
<p><a href="https://memoriaglobo.globo.com/entretenimento/novelas/escrava-isaura/" target="_blank">Site Memória Globo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=40110</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
